O tempo é um recurso valioso e limitado em nossa vida. Todos nós temos um tempo finito, e é importante usá-lo sabiamente. No entanto, a vida moderna pode nos levar a acreditar que o tempo é algo que podemos controlar e manipular, quando na verdade, é um fenômeno incontrolável.
Em se tratando do tempo na espera para um atendimento . . .

No contexto específico da espera por atendimento, é consensual que a espera pode se revelar um período de considerável frustração e desconforto para a maioria das pessoas, independentemente do cenário em que ocorra. Ao buscar serviços de saúde, odontologia, design ou de qualquer outra natureza profissional, é natural que os clientes anseiem por um tempo de espera mínimo, aliado a um serviço de qualidade.
É recorrente que os clientes aguardem por períodos extensos mesmo em consultas previamente agendadas, momento em que se presume que o atendimento ocorreria de forma organizada e pontual. Dado que o tempo se mostra como um recurso finito, incapaz de ser ampliado ou renovado, é crucial internalizar a importância de respeitar o tempo alheio.
Dirijo-me aos gestores incumbidos da organização dos serviços de atendimento, instando-os a implementar medidas destinadas a minimizar os períodos de espera enfrentados pelos clientes. Tais medidas podem incluir a otimização da agenda, o espaçamento adequado entre agendamentos, a fiscalização da pontualidade dos profissionais e a compreensão dos métodos de trabalho adotados por cada profissional, tendo em vista suas peculiaridades.
Por derradeiro, a reflexão acerca do tempo nos impele a compreender que todos almejamos dispor de “mais tempo” para apreciar o que realmente importa: os laços afetivos, amigos, a convivência familiar, a preservação da saúde e a busca pela felicidade. Em suma, a qualidade do atendimento inicia-se pelo respeito ao tempo, não apenas ao nosso, mas, sobretudo, ao de todos os envolvidos. Portanto, a pontualidade revela-se como um componente essencial da excelência no serviço prestado.
Escrito por: Carlos Eduardo Camargo